quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

I want you back

eu sinto a tua falta. falta das tuas mensagens de bom dia ao acordar. sinto falta dos teus abraços quentes e reconfortantes. falta das nossas brincadeiras. dos teus miminhos. de quando me pegavas às cavalitas porque não me apetecia andar. sinto falta de quando dizias que me amavas. de quando discutíamos quem amava mais. de quando tinha as tuas mensagens de boa noite. sinto falta de quando falávamos o dia todo. de quando andávamos de mão dada pela escola. porque tu, tu fazias-me, e ainda me fazes, feliz. verdadeiramente feliz. contigo eu sentia-me protegida, sentia-me amada, sentia que era realmente importante para alguém. porque sentires que és realmente importante para a tua familia e amigos é diferente. contigo eu sentia borboletas na barriga. eu era feliz, amava e sentia que me amavam de volta. mas, do nada, tudo fugiu. e, nos primeiros tempos, eu tentava convencer-me que estava tudo bem. e não foi à muito tempo que eu me senti a ficar realmente 'sem chão'. foi aí que me percebi que não, eu não te consigo esquecer. percebi que são os pequenos detalhes que contam. e esses detalhes são um abraço apertado no momento certo, um beijo na testa depois de um beijo. esses detalhes estão nas brincadeiras e nas brigas. nas mensagens e nas chamadas. esses detalhes estão no passear de mãos dadas e no irritarem-se mutuamente. esses detalhes estão nuns braços que protegem, num sorriso capaz de iluminar o meu dia, num olhar que me faz apaixonar pela mesma pessoa a cada dia que passa, num beijo apaixonado, numas mãos que brincam, nuns dedos entrelaçados, numas pernas que dão colo, estão em alguém que nos faz feliz, alguém que nos faz amar e que nos faz sentir amados. e esses braços que protegem, esse sorriso que faz sorrir, esses olhos apaixonantes, esse beijo cheio de sentimento, essas mãos que brincam, esses dedos entrelaçados nos meus, essas pernas que dão colo pertencem a quem me faz feliz. pertencem àquele por quem eu me fui apaixonar, àquele que me fez sentir de um modo que nunca ninguém tinha feito. pertencem-te a ti.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

és a única que não vê.

mas será que não percebes? damn girl, és a única que não vê. todos dizem o mesmo e tu insistes em não acreditar. porquê é que tens de ser assim casmurra e teimosa? sabes que o pior cego é aquele que não quer ver e tu pareces ter cegado completamente. mas ainda não viste o sorriso dele quando te vê a passar? ainda não ouviste os gritos de provocação dos amigos dele quando acontece alguma coisa "entre" vocês? achas mesmo que tudo o que ele dizia quando estava contigo era brincadeira? achas? via-se no olhar dele que não era. diz-me lá se te lembras quando caminharam lado a lado, com o braço dele por cima dos teus ombros. achas que ele fez isso porque foi obrigado? ele tinha um sorriso estampado na cara, tal como tu também tinhas. para ser sincera, vocês fariam um casal muito muito muito muitíssimo fofito. e sabes porquê? porque existe sentimento. o sentimento está lá e tu és a única que não quer ver. insistes que quem ama se aproxima e não se afasta, mas nem tudo é assim. achas que ele te provoca só porque lhe apetece? achas que ele tem as atitudes que tem simplesmente porque sim? pensa porra. tudo têm a sua razão de ser. se ele embirra contigo, se ele passa a vida a provocar-te, se ele passa por ti e ri-se, se os amigos dele o provocam quando vocês chocam ou coisa parecida, se ele já arranjou maneira de ir contra ti achas que foi porquê? nunca ouviste dizer que "quanto mais me bates mais eu gosto de ti"? bem, também se aplica a "quanto mais me ignoras/provocas/irritas(...) mais eu gosto de ti". achas que ele se ia preocupar em embirrar contigo, em provocar-te se não quisesses mesmo fazê-lo? e porquê é que as pessoas embirram uma com a outra? porquê é que se provocam mutuamente? porque gostam um do outro. percebes agora? percebes agora o que te têm tentado dizer? vês agora o que têm estado na frente dos teus olhos? vocês os dois são como Tom e Jerry: embirram, provocam, tentam ignorar, negam, mas, lá no fundo, não vivem um sem o outro.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

it's hard to fight these feelings.

aos que viram perguntam porquê, eu passo agora a explicar. não foi o simples facto de o ver chorar, é muito mais que isso. logo em mais uma das nossas trocas de olhares, eu reparei que o olhar dele estava triste, que o sorriso que ele fazia não estava a ser verdadeiro, reparei nos olhos vermelhos dele. baixei a cabeça, não queria ter de o 'enfrentar' quando ele estava naquele estado. sabia que não ia ser capaz. continuei, cabeça erguida e participava animadamente na conversa, de modo que ninguém percebia o que me preocupava. pouco depois, tive a confirmação que os olhos dele estavam realmente vermelhos e tinham uma expressão triste que, de certo modo, eu era incapaz de olhar. a Rute abraçou-me, apenas por abraçar, porque até ali eu ainda não tinha deixado ninguém saber o que me ia no pensamento, o que me angustiava, quais eram as minhas preocupações, os meus medos. reparei também que ele viu esse abraço. mas, pouco depois, baixou a cabeça. e isso eu vi. como qualquer outro aluno segui a professora e cruzei-me com ele, as lágrimas escorriam-lhe pela face e os olhos verdes estavam cada vez mais inchados e vermelhos, à volta. eu não aguentava estar ali. corri, não podia ir para muito longe, mas tinha de ir para um sítio onde não tivesse de te vir, porque eu sabia que não iria aguentar. até que, quando já eu estava mais calma, chegam ao pé de mim, aos gritos, e dizem-me « Bia! Bia! Ele tá a chorar e parece ser grave! Olha que eu não gosto dele e tive para ir falar com ele! ». estava quase a explodir, com as lágrimas a quererem aparecer no canto do olho, gritei eu também « Eu sei! Eu sei! Eu sei! Eu vi e foi por isso que eu vim para aqui! ». mas aí já não deu para resistir mais. porque a razão não é simplesmente ele estar a chorar. é um sentimento de impotência, de incapacidade. é horrível. ver a pessoa que amamos a chorar e não poder fazer nada, nem sequer saber o porquê daquelas lágrimas. isso custa, custa muito. prometer « vou estar sempre lá quando precisares » e não conseguir cumprir, isso custa. mas ninguém compreende. não digo que o resto do mundo não ame de verdade, eu sei que ama, mas todos temos maneiras diferentes de amar. e amar da maneira que eu amo, e depois ver o rapaz que mais amei até agora chorar e não saber o porquê, não poder estar lá para dar um abraço reconfortante e não poder fazer nada para que aquelas lágrimas não caiam é um dos piores sentimentos de sempre. e acreditem, sentir o que eu senti naquela altura, eu não desejo nem ao meu pior inimigo.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

E se...?

E se eu desaparecesse? Deixasse de ir aos sítios onde ia, deixasse de morar onde moro, mudasse de número, fechasse o facebook, o ask e todas as outras redes sociais. Como seria? Será que darias pela minha falta? Irias reparar que eu já não passeava mais pela escola?  Irias reparar que a minha gargalhada já não ecoava pelos corredores? Irias reparar que a rapariga de sorriso alegre e tímido tinha desaparecido? Aliás,  terias algum tipo de reação? Irias perguntar por mim? Tentar descobrir onde estava, com quem estavas e o porquê de ter desaparecido de repente? Mas... E se algo pior me acontecesse? Se eu desaparecesse mesmo para sempre. Tu sabes, se eu morrer. Terias algum tipo de reação? Chorarias mares ou nem uma única lágrima deixarias cair? Farias luto? Bem, não quero que tenhas reações forçadas. Não quero que digas que tens saudades se isso não for verdade. Não quero que chores se não for essa a tua vontade. Mas pensa lá... Se alguém te ligar a dizer que eu morri. Será que aí vais relembrar tudo aquilo que vivemos? Eu cá duvido. Afinal, se na devida altura e em vida não deste valor, não vai ser quando eu morrer que vais dar. E tudo isto para lembrar-te de uma coisa. Se tens alguma coisa a dizer a alguém diz logo! Se tens alguma coisa que queres fazer faz logo! Se queres mesmo, faz hoje! Amanhã pode ser tarde demais. Por isso aproveita o dia de hoje. Ri hoje! Chora hoje! Comete loucuras hoje! Fala hoje! Grita hoje! Age hoje! Beija hoje! Abraça hoje! Corre atrás hoje! Ama hoje! VIVE hoje!

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

thank you for everything ∞

sabes... às vezes dou por mim a pensar o que é que eu fiz para merecer que te colocassem no meu caminho? és um anjo. alguém perfeito de mais e eu, às vezes, não te dou o devido valor. por isso, desde já peço desculpa. desculpa se às vezes não sou o estereótipo de melhor amiga perfeita. desculpa se nem sempre sou a melhor amiga que mereces. desculpa por tudo o que fiz de mal. tu não és uma qualquer, tu és aquela, the one. aquela que eu preciso. és quem me põe um sorriso na cara quando eu preciso. é contigo que eu passo os melhores momentos. é contigo que cometo as maiores loucuras. as maiores parvoíces. os momentos mais divertido foram passados contigo. às vezes, dou por mim a relembrar aquelas brincadeiras que tínhamos nos intervalos no quarto ano... passámos do genérico de Morangos com Açúcar para Turn Up The Music do Chris Brown. os melhores e piores anos da nossa vida foram e estão a ser passados juntos, a adolescência. todos os intervalos no quarto ano, todas as brincadeiras parvas e infantis em 2O1O. foi tipo, brutalíssimo. bla bla bla, 2O11 ._. chorámos baba e ranho em Junho, remember? depois, tivemos o nosso primeiro verão juntas. eu, tu, a cárouu e o jp, os quatro no banco de trás do carro, super apertados, então cantávamos aos gritos e batiámos "palmas" nas pernas. foi brutalíssimo ♥ às sete da matina as girls já estavam acordadas para às sete e meia estarmos a caminho da costa da caparicaa. depois, o verão passou-se e chegou a altura, a temida altura da escola dos grandes? lembras-te? parecia que estávamos com medo de ir para lá. éramos caloiras, conhecíamos pouca gente, não conhecíamos a escola. depressa nos habituámos, socializámos, fizemos amigos, apaixonamos-nos. todos os dias nos divertíamos mais do que nos tínhamos divertido no dia anterior. ríamos para caraças. blá, blá, dezembro de 2O11. dia 3O ligaste-me eram 23h50 para poderes ser a primeira a dar-me os parabéns. ficámos dez minutos à conversa e, de repende, tu gristas-me: PARABÉÉÉÉÉNS ♥ e também assim, cheio de momentos bons e de momentos menos bons, se passou 2O11. chegou 2012 e, num instante, o quinto ano acabou. segundo verão juntas e, sem dúvida, o melhor que tive até agora. verão de 2O12, marcado mesmo para sempre. o quanto nós nos divertimos nesse verão. mas, o que aconteceu no Alambique fica no Alambique, por isso é que nóis não contamos os detalhes das coisas. voltámos, sexto ano. eu apaixonei-me. passámos horas de almoço incríveis os cinco lembras-te? a Nenês a fazer de vela kk. e depois, também tu acabas-te por te apaixonar. 2O12 foi, sem dúvida, o melhor ano da minha vida. cheio de emoções, lágrimas, gargalhadas, sorrisos, bons momentos e momentos não tão bons, sentimentos... e ba dum tss, também 2O12 se foi num ápice. a única coisa que eu quero agora, é um 2O13 contigo, nada mais. obrigada, por me ouvires, por me compreenderes, por me dares conselhos, por seres sincera, por me ajudares. porra men, obrigada por tudo. és um anjo ♥ e, mesmo que às vezes não pareça, eu amo-te princesa.

sábado, 5 de janeiro de 2013

i need someone who...

sim, eu admito, eu preciso de alguém. alguém que me abrace nas tardes frias. alguém que me beije na chuva.  alguém que me empreste o casaco para eu não sentir frio. alguém que me abrace forte quando eu mais preciso. alguém que me faça sorrir. alguém divertido. alguém que ria das minhas parvoíces, porque eu própria o faço. alguém que me defenda, se necessário. alguém que me proteja. alguém que esteja lá nos bons e nos maus momentos. alguém que me dê a mão para passeios algures. alguém que me beije quando eu menos espero. alguém que me dê beijos na testa. alguém que me compreenda. não, não preciso de uma pessoa perfeita, mas sim daquela que faz o meu mundo perfeito. preciso daquela pessoa que me faz dar gargalhadas em qualquer circunstância. daquela que me tira o sono à noite. daquela que me faz distrair nas aulas. preciso de alguém que me faça verdadeiramente feliz. preciso de alguém com quem possa cometer as maiores loucuras do mundo. alguém que não só me chame de princesa, mas que me trate como uma. alguém que me ame e o demonstre. alguém com quem possa ter os melhores momentos de todo o universo. um príncipe. e para isso não precisa de ser o mais bonito ou o que tem o sorriso mais bonito. não precisa de ter um corpo de jogador de futebol, porque o que me importa é o interior. o coração. esse sim, é importante. eu preciso de alguém a quem me possa agarrar nos filmes de terror. alguém com quem possa falar sobre tudo. alguém que me aceite como eu sou. que me compreenda. alguém que saiba pedir desculpa. preciso de alguém que me cative com o primeiro olhar. alguém que desabafe comigo. alguém com que eu possa desabafar. alguém que confie em mim. alguém que veja que eu estou mal, apenas olhando-me nos olhos. alguém que perceba que o meu sorriso não é verdadeiro. não preciso de alguém que me limpe as lágrimas, mas sim de alguém que não as deixe cair. porra, eu só preciso de alguém que me aceite como eu sou. alguém que me compreenda. que me ajude quando eu precisar. alguém que esteja lá nos bons e nos maus momentos. alguém que me saiba mostrar a diferença entre o que está certo e o que está errado. alguém com quem eu possa cometer as maiores e melhores loucuras. alguém que me abrace, que me de beijos na testa, que me de a mão. alguém que me faça feliz... alguém que me ame 

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

the little girl has grown up ♥

a pequena menina cresceu. e sem ser a família, poucos se lembram, do que ela era. aquela pequena rapariga que andava sempre animada, aquela que nunca parava de falar. que esfolava os joelhos e arranhava as mãos. aquela que jogava futebol toda a tarde. a mesma que não comia quase nada. aquela que passava as tardes a ver Hannah Montana e a Raven. aquela que usava calças e, raramente, usava saias. aquela que, de feminina, não tinha nada. a mesma que ambicionava, a todo o custo, crescer, ser grande. o dia de crescer chegou e ela cresceu. ela tenta andar sempre animada, mas nem sempre é possível. afinal, nem tudo é perfeito. e todos aqueles sorrisos genuínos foram trocados por sorrisos que nem sempre são verdadeiros e, até mesmo, por algumas lágrimas. e aquela rapariga que andava a falar, agora, às vezes, cala-se e isola-se. já não joga futebol a tarde toda. e nem consegue parar de comer. as tardes agora dividem-se entre livros, com amigas, no computador ou a escrever tudo o que sente. as calças continuam a predominar o seu guarda-roupa, mas ele também já é habitado por calções, saias e vestidos. na sua infância, a menina nem ligava a maquilhagem, perfumes, cremes para o corpo... agora, parte disso, é quase fundamental. afinal, um pequeno traço nos olhos ou um pequeno toque de rímel para sobressair os olhos, nunca fez mal a ninguém. os perfumes e os cremes... fazem parte. tal como os vernizes e tudo o resto. a menina pensava que iria ser feliz para sempre. e, nunca imaginou, que a vida quando crescesse seria assim. nunca pensou que iria trocar a Hannah Montana e a Raven por livros, cadernos e computadores. nunca pensou que iria usar saias ou vestidos. nunca pensou ligar a maquilhagem. e agora, essa mesma menina percebe porquê é que o Peter Pan não queria crescer. até porque, se ela soubesse que iria ser assim, ela também não tinha crescido. e, mais uma vez, ela sou eu. ♥