eu sinto a tua falta. falta das tuas mensagens de bom dia ao acordar. sinto falta dos teus abraços quentes e reconfortantes. falta das nossas brincadeiras. dos teus miminhos. de quando me pegavas às cavalitas porque não me apetecia andar. sinto falta de quando dizias que me amavas. de quando discutíamos quem amava mais. de quando tinha as tuas mensagens de boa noite. sinto falta de quando falávamos o dia todo. de quando andávamos de mão dada pela escola. porque tu, tu fazias-me, e ainda me fazes, feliz. verdadeiramente feliz. contigo eu sentia-me protegida, sentia-me amada, sentia que era realmente importante para alguém. porque sentires que és realmente importante para a tua familia e amigos é diferente. contigo eu sentia borboletas na barriga. eu era feliz, amava e sentia que me amavam de volta. mas, do nada, tudo fugiu. e, nos primeiros tempos, eu tentava convencer-me que estava tudo bem. e não foi à muito tempo que eu me senti a ficar realmente 'sem chão'. foi aí que me percebi que não, eu não te consigo esquecer. percebi que são os pequenos detalhes que contam. e esses detalhes são um abraço apertado no momento certo, um beijo na testa depois de um beijo. esses detalhes estão nas brincadeiras e nas brigas. nas mensagens e nas chamadas. esses detalhes estão no passear de mãos dadas e no irritarem-se mutuamente. esses detalhes estão nuns braços que protegem, num sorriso capaz de iluminar o meu dia, num olhar que me faz apaixonar pela mesma pessoa a cada dia que passa, num beijo apaixonado, numas mãos que brincam, nuns dedos entrelaçados, numas pernas que dão colo, estão em alguém que nos faz feliz, alguém que nos faz amar e que nos faz sentir amados. e esses braços que protegem, esse sorriso que faz sorrir, esses olhos apaixonantes, esse beijo cheio de sentimento, essas mãos que brincam, esses dedos entrelaçados nos meus, essas pernas que dão colo pertencem a quem me faz feliz. pertencem àquele por quem eu me fui apaixonar, àquele que me fez sentir de um modo que nunca ninguém tinha feito. pertencem-te a ti.quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
I want you back
eu sinto a tua falta. falta das tuas mensagens de bom dia ao acordar. sinto falta dos teus abraços quentes e reconfortantes. falta das nossas brincadeiras. dos teus miminhos. de quando me pegavas às cavalitas porque não me apetecia andar. sinto falta de quando dizias que me amavas. de quando discutíamos quem amava mais. de quando tinha as tuas mensagens de boa noite. sinto falta de quando falávamos o dia todo. de quando andávamos de mão dada pela escola. porque tu, tu fazias-me, e ainda me fazes, feliz. verdadeiramente feliz. contigo eu sentia-me protegida, sentia-me amada, sentia que era realmente importante para alguém. porque sentires que és realmente importante para a tua familia e amigos é diferente. contigo eu sentia borboletas na barriga. eu era feliz, amava e sentia que me amavam de volta. mas, do nada, tudo fugiu. e, nos primeiros tempos, eu tentava convencer-me que estava tudo bem. e não foi à muito tempo que eu me senti a ficar realmente 'sem chão'. foi aí que me percebi que não, eu não te consigo esquecer. percebi que são os pequenos detalhes que contam. e esses detalhes são um abraço apertado no momento certo, um beijo na testa depois de um beijo. esses detalhes estão nas brincadeiras e nas brigas. nas mensagens e nas chamadas. esses detalhes estão no passear de mãos dadas e no irritarem-se mutuamente. esses detalhes estão nuns braços que protegem, num sorriso capaz de iluminar o meu dia, num olhar que me faz apaixonar pela mesma pessoa a cada dia que passa, num beijo apaixonado, numas mãos que brincam, nuns dedos entrelaçados, numas pernas que dão colo, estão em alguém que nos faz feliz, alguém que nos faz amar e que nos faz sentir amados. e esses braços que protegem, esse sorriso que faz sorrir, esses olhos apaixonantes, esse beijo cheio de sentimento, essas mãos que brincam, esses dedos entrelaçados nos meus, essas pernas que dão colo pertencem a quem me faz feliz. pertencem àquele por quem eu me fui apaixonar, àquele que me fez sentir de um modo que nunca ninguém tinha feito. pertencem-te a ti.sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
és a única que não vê.
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
it's hard to fight these feelings.
aos que viram perguntam porquê, eu passo agora a explicar. não foi o simples facto de o ver chorar, é muito mais que isso. logo em mais uma das nossas trocas de olhares, eu reparei que o olhar dele estava triste, que o sorriso que ele fazia não estava a ser verdadeiro, reparei nos olhos vermelhos dele. baixei a cabeça, não queria ter de o 'enfrentar' quando ele estava naquele estado. sabia que não ia ser capaz. continuei, cabeça erguida e participava animadamente na conversa, de modo que ninguém percebia o que me preocupava. pouco depois, tive a confirmação que os olhos dele estavam realmente vermelhos e tinham uma expressão triste que, de certo modo, eu era incapaz de olhar. a Rute abraçou-me, apenas por abraçar, porque até ali eu ainda não tinha deixado ninguém saber o que me ia no pensamento, o que me angustiava, quais eram as minhas preocupações, os meus medos. reparei também que ele viu esse abraço. mas, pouco depois, baixou a cabeça. e isso eu vi. como qualquer outro aluno segui a professora e cruzei-me com ele, as lágrimas escorriam-lhe pela face e os olhos verdes estavam cada vez mais inchados e vermelhos, à volta. eu não aguentava estar ali. corri, não podia ir para muito longe, mas tinha de ir para um sítio onde não tivesse de te vir, porque eu sabia que não iria aguentar. até que, quando já eu estava mais calma, chegam ao pé de mim, aos gritos, e dizem-me « Bia! Bia! Ele tá a chorar e parece ser grave! Olha que eu não gosto dele e tive para ir falar com ele! ». estava quase a explodir, com as lágrimas a quererem aparecer no canto do olho, gritei eu também « Eu sei! Eu sei! Eu sei! Eu vi e foi por isso que eu vim para aqui! ». mas aí já não deu para resistir mais. porque a razão não é simplesmente ele estar a chorar. é um sentimento de impotência, de incapacidade. é horrível. ver a pessoa que amamos a chorar e não poder fazer nada, nem sequer saber o porquê daquelas lágrimas. isso custa, custa muito. prometer « vou estar sempre lá quando precisares » e não conseguir cumprir, isso custa. mas ninguém compreende. não digo que o resto do mundo não ame de verdade, eu sei que ama, mas todos temos maneiras diferentes de amar. e amar da maneira que eu amo, e depois ver o rapaz que mais amei até agora chorar e não saber o porquê, não poder estar lá para dar um abraço reconfortante e não poder fazer nada para que aquelas lágrimas não caiam é um dos piores sentimentos de sempre. e acreditem, sentir o que eu senti naquela altura, eu não desejo nem ao meu pior inimigo.


