domingo, 29 de dezembro de 2013
o adeus que nunca foi dito.
domingo, 10 de novembro de 2013
lost.
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
a thousand reasons.
a forma como ele olha para ela. a forma como os olhos dele brilham quando a vê. a forma como os olhos dele brilham quando se encontram com os olhos dela. aquele olhar carinhoso que ele tem para ela. o sorriso dele. aqueles sorrisos verdadeiros e genuínos. aqueles sorrisos bobos e sem razão. a forma como ele fala com ela. a calma e a doçura na voz dele, que não deixam enganar. toda aquela química e cumplicidade existente no ar. aquelas trocas de olhares. os sorrisos. tudo entre eles parece tão mágico. tão apaixonante. tão verdadeiro. mas é, ao mesmo tempo, tão complicado. tão confuso. tão misterioso. os ciúmes. onde há ciúme há amor. e está mais que óbvio que ele morre de ciúmes. a forma repentina com que ele se aproximou. mostra que ele já o queria fazer. mas havia algo que ele temia. mas agora. agora que ele se aproximou dela é tão evidente a química. a cumplicidade. a conexão. aquela faísca. o sorriso nervoso dela quando o vê. o olhar brilhante dele quando olha para ela. o sorriso brilhante dele quando a vê sorrir. o olhar carinhoso dela quando fixa os olhos dele. tudo os torna tão perfeitos. tão verdadeiros. tão apaixonantes. os sorrisos que trocam quando se vêm são capaz de iluminar uma sala inteira. porque há algo mais ali. porque entre eles há algo mais que uma pura amizade. há algo que os prende um ao outro. que faz surgir a química e a cumplicidade. que faz surgir os sorrisos e os olhares. que a faz corar. que o faz sorrir nervoso. que faz os olhos deles brilharem sempre que se vêm. é algo que não se pode ver, mas que se sente. é algo que os une. é algo mais que química. mas a que eu não chamaria amor. é algo que os prende um ao outro, mesmo que eles não o saibam. é algo mais que um fraco. é algo que parece um gostar especial. é, certamente, algo especial e único, que apenas eles têm.
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
with you.
sábado, 14 de setembro de 2013
one year.
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
one in seven billions.
terça-feira, 3 de setembro de 2013
love story
terça-feira, 27 de agosto de 2013
somos apenas pessoas que se conhecem.
há alguns dias atrás perguntaram-me sobre ti. honestamente, fiquei alguns minutos a olhar para o ecrã do computador. sem saber o que responder. afinal, somos apenas pessoas que se conhecem. já fomos tudo, e agora somos nada. fomos namorados. daquele tipo de namorados que brincavam como retardados, se protegiam como irmãos e se amavam de verdade. o pior de tudo, é que tantos meses depois eu ainda gostava que fossêmos alguma coisa. no entanto, não passamos de pessoas que se amaram. que trocaram beijos, abraços, olhares e sorrisos. que eram (per)feitas uma para a outra. mas tudo isso ficou no passado. e agora, pássamos de tudo, para nada. e custa. custa ver-te sem te poder agarrar, quando a vontade é abraçar-te e nunca mais te largar. custa ver-te e não te falar, quando antes falávamos horas a fio. custa não te ter aqui. por mais errado que seja. por mais idiota que seja. eu ainda te quero do meu lado. porque estiveste lá nos bons e nos maus momentos. porque me fizeste feliz. porque foram as melhores alturas da minha vida. e agora dói. dói saber que já não pensas em mim. dói ver que já não falamos todos os dias. aliás, nem todos os dias nem em dia nenhum. simplesmente, não falamos. e honestamente eu não sei como é que chegámos a este ponto. não sei como é que deixámos que o amor se transforma-se num pseudo-ódio. eu admito, ouvir a tua voz no outro dia ainda me fez sentir arrepios. ainda me fez sorrir de forma idiota e apaixonada. ver-te no outro dia ainda fez o meu coração acelerar. ainda fez as minhas pernas tremerem. ainda me fez sentir borboletas no estômago. senti-me feliz só naquela fração de segundo em que te vi sorrir. tal como nos velhos tempos. em que bastava ver-te sorrir para ficar feliz. em que bastava estar contigo para me sentir bem. na altura em que passeávamos como retardados apaixonados: de mão dada, sorriso no rosto e felicidade no olhar. a meio de brincadeiras e parvoíces. como duas crianças. abraços apertados e beijos apaixonados à frente de todos, porque não havia medo de mostrar o que sentíamos um pelo outro. agora simplesmente passamos um pelo outro. olhamos-nos pelo canto do olho e continuamos a andar, como se fossemos desconhecidos. no final somos mesmo apenas pessoas que se conhecem. pessoas que já partilharam uma história. pessoas que já se amaram. pessoas que foram felizes juntas. pessoas que brincaram e teimaram um com o outro. pessoas que passavam todos os minutos possíveis juntas. pessoas que para além de namorados, eram melhores amigos. pessoas que se amavam e que não tinham medo de o demonstrar. vê agora onde é que viemos parar. não pela primeira vez, talvez pela segunda, até mesmo terceira. agora somos pessoas que passam uma pela outra e mal se olham. agora somos pessoas que não se falam. somos pessoas que até chegam a evitar-se. não passamos de pessoas que se conhecem. e isso dói, porque já fomos pessoas que tiveram uma história. talvez até mesmo a história mais bonita que conheço.
sábado, 17 de agosto de 2013
...
sábado, 3 de agosto de 2013
a thousand questions.
E do nada, milhões de perguntas apoderam-se do meu pensamento. Porque é que as coisas tiveram que ser assim? Porque é que és tu o rapaz que conquistou o meu coração? Porque é que não podemos voltar ao dia 13 de novembro e vivê-lo eternamente? Porque é que a vida nos dá e logo de seguida nos tira a felicidade? É que dizem que somos nós que escolhemos quem faz parte da nossa felicidade. Eu não te escolhi, mas apartir do momento em que me apaixonei por ti, tu tornaste-te aquela coisinha essencial para que eu fosse feliz. Foram tantos bons momentos. São tantas as memórias que ainda guardo. São tantas as perguntas que ainda assombram o meu pensamento. Ainda tens a minha foto? Ainda pensas em mim? Ainda te lembras do que vivemos juntos? Ainda te lembras das nossas conversas? Ainda te lembras do quanto eu amava, e ainda amo, os teus abraços? Acredita, não estou a brincar quando digo que são os melhores do mundo. Porque são mesmo. És dono de um abraço que faz qualquer um sorrir. Que faz qualquer um sentir-se protegido. E ainda assim, tanto tempo depois, eu ainda te quero aqui. Do meu lado. Para me beijares a testa, o pescoço e os lábios. Para me dares um abraço apertado depois de um beijo e para me surpreenderes com um abraço pela cintura quando estou a andar. Para que possamos conversar como antes. Para que me ofereças o teu casaco num dia frio e chuvoso. Para que me faças sentir especial. Preciso de ti aqui. Do meu lado. Comigo.
quinta-feira, 4 de julho de 2013
confused.
sábado, 29 de junho de 2013
tired.
estou cansada. de ti, de nós, de tudo. aquilo que pensei que ainda se pudesse resolver está a conquistar dimensões enormes. dizias que nunca me irias desiludir, e desiludiste. dizias que nunca me ias fazer chorar, e fizeste. dizias que nunca me ias magoar, e magoaste. e para mim chega. chega de sofrer. chega de chorar. chega de desilusões. porque eu estou farta de sair desiludida. aparentemente estou bem e não me importo. mas eu importo, e muito. porque tu não imaginas o que custa saber que duvidas do que sinto por ti. eu é que mudei? my friend, sim, eu mudei. eu cresci. deixei de acreditar em palavras. agora, se as quiser, compro um dicionário. contigo aprendi a voltar a confiar, e depois tu vais e desiludes. é como um ciclo viciante em que o meu coração entrou e, por mais que tente, não conseguiu sair. eu sempre soube, e eu disse-te, que não acredito no 'para sempre'. mas acreditava na confiança. e tu não a tiveste em mim. a base de qualquer namoro é, para além do amor, a confiança. e tu não confiaste em mim. e isso dói. dói porque em vez de desabafares comigo sobre os teus problemas, tu descarregas em mim. falas mal comigo. e eu canso-me disso. canso-me de que não confies em mim, sendo que eu confiaria em ti. canso-me de que desconfies do que sinto por ti, sendo que eu nunca desconfiei do que dizes sentir por mim. diz-me, honestamente, como é que foste capaz de o dizer. como é que foste capaz de desconfiar de mim. e, já agora, porque. qual é a razão para achares que eu te usei. eu, que te olhei nos olhos e disse ' eu amo-te '. eu, que sempre tive do teu lado, nos bons e maus momentos. e tu praticamente me deste uma facada nas costas. mas essa ferida, como qualquer outra, vai curar rapidamente. e de uma coisa eu te garanto: eu e tu, não há maneira de existir novamente. quando tu te aperceberes, já eu fui embora. e quando eu for embora, não volto mais.
sábado, 1 de junho de 2013
I can't describe it...
domingo, 19 de maio de 2013
I know that she will be happy
hey princess, bem eu sei que não estavas à espera disto. mas senti necessidade de o fazer. é que, por mais que digas que não, ainda não me convenceste que já não sentes nada por ele. e lembras-te daquele excerto da música do FredFox, "só queria o teu abraço, mas nem isso eu posso ter". acredita, e nunca desistas de lutar por esse abraço. eu nunca te vi desistir, não é agora que vou. eu sei que a tua altura de seres verdadeiramente feliz vai chegar. sei que vai chegar um principe que te vai fazer desistir dessa vida de curtes e no feelings. se esse principe é aquele por quem estás apaixonada agora, não sei. e aquele abraço que, supostamente, não podes ter, acredita que um dia ainda vais ter aquele abraço só para ti. acredita que, um dia, vais poder deixar de esconder os teus sentimentos. mas sabes uma coisa, esconder os sentimentos não os faz diminuir. pelo contrário, só os faz crescer ainda mais. e ainda te traz uma adrenalina adicional. a adrenalina de fazer as coisas à escondidadas. a adrenalina de estares à fazer algo que supostamente é proibido. mas não é. amar não é proibido. lutares pelo que queres também não é proibido. curtires a vida, mesmo que faças algo errado, também não é proibido. aliás, acontece. as pessoas eram, apercebem-se disso e, muitas delas, ainda voltam a errar. mas é a isso que se resume a vida. a cair, levantares-te, voltar a cair e voltares a levantar-te. por mais que sejam os que te empurram na queda e os que te ajudam a subir, a pessoa que mais te ajuda a levantar és tu própria. com a tua força interior, com a tua força de vontade. por não desistires, por não deixares de lutar por aquilo que queres, por não deixares o medo de falhar ou magoar alguém é que vais ter força para te levantares. who cares se magoas alguém. só é realmente importante se fores magoar alguém que sabes que nunca na vida te iria magoar. o resto é história. mas toda a história se resume a ti. e sabes que mais, não deixes de lutar pela tua felicidade só porque existem mais pessoas a querer essa mesma felicidade ou porque existem muitas pessoas que iriam estragar essa felicidade por não serem a favor. sabes o que é que fazes a estas últimas, levanta-lhes o dedo e continua o teu caminho, de olhos postos no teu objetivo. os verdadeiros permanecerão sempre do teu lado enquanto estiveres de pé. e serão os primeiros a ajudar-te quando caíres. não te esqueças disso. e não te esqueças também que na tua vida, és tu quem manda. por isso vai, luta, corre atrás. nada nem ninguém te pode privar da felicidade. não interessa se é hoje, amanhã, ou depois, mas eu sei, eu acredito que tu vais ser feliz. e só preciso que tu também acredites. porque se tu não acreditares, nunca serás capaz de o fazer.
If you spread your wings, you can fly away with me. But you can't fly unless you let your, you can't fly unless you let yourself fall. I will catch you if you fall.
sexta-feira, 8 de março de 2013
happiness
Muitas já foram as tentativas falhadas de escrever sobre felicidade... E agora, só agora, percebi o porquê. Felicidade é como o amor verdadeiro. Impossível de descrever. Mas se perguntarem o que constrói a minha felicidade, eu sei dizer a fórmula perfeita. Porque a minha felicidade constrói-se com base nas pequenas coisas. Tais como um sorriso de quem amo, uma gargalhada sonora daquela amiga super divertida. Coisas como um aabraço no momento certo, uma voz, mesmo que ao longe. De certa forma, a minha felicidade, constrói-se também com base na felicidade dos outros. Afinal de que vale ser-se feliz, se aqueles que te rodeiam e aqueles que amas não o são? De que te vale seres feliz se não tens com quem partilhar toda essa felicidade? Por isso é que eu digo e repito as vezes que forem precisas que a minha felicidade é feita de pequenas coisas. É feita de sorrisos, de trocas de olhares, de momentos, de conversas, de beijos, de abraços. A minha felicidade é uma coleção de momentos bons, momentos muito bons, de momentos perfeitos. Mas também de momentos menos bons. Eu? Sou feliz, de vez em quando e à minha maneira. Mas sou feliz. Uns dias mais feliz que outros. Mas não há nada que possamos fazer para o mudar. Cada um de nós tem a sua fórmula de felicidade. Cada um escolhe o que o faz feliz. Cada um escolhe quem o faz feliz. Esta é a minha fórmula de felicidade, o meu modo de vida e assim, assim eu sou feliz.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
yes, it is a love story. ♥
tomorrow will be a better day.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
I want you back
eu sinto a tua falta. falta das tuas mensagens de bom dia ao acordar. sinto falta dos teus abraços quentes e reconfortantes. falta das nossas brincadeiras. dos teus miminhos. de quando me pegavas às cavalitas porque não me apetecia andar. sinto falta de quando dizias que me amavas. de quando discutíamos quem amava mais. de quando tinha as tuas mensagens de boa noite. sinto falta de quando falávamos o dia todo. de quando andávamos de mão dada pela escola. porque tu, tu fazias-me, e ainda me fazes, feliz. verdadeiramente feliz. contigo eu sentia-me protegida, sentia-me amada, sentia que era realmente importante para alguém. porque sentires que és realmente importante para a tua familia e amigos é diferente. contigo eu sentia borboletas na barriga. eu era feliz, amava e sentia que me amavam de volta. mas, do nada, tudo fugiu. e, nos primeiros tempos, eu tentava convencer-me que estava tudo bem. e não foi à muito tempo que eu me senti a ficar realmente 'sem chão'. foi aí que me percebi que não, eu não te consigo esquecer. percebi que são os pequenos detalhes que contam. e esses detalhes são um abraço apertado no momento certo, um beijo na testa depois de um beijo. esses detalhes estão nas brincadeiras e nas brigas. nas mensagens e nas chamadas. esses detalhes estão no passear de mãos dadas e no irritarem-se mutuamente. esses detalhes estão nuns braços que protegem, num sorriso capaz de iluminar o meu dia, num olhar que me faz apaixonar pela mesma pessoa a cada dia que passa, num beijo apaixonado, numas mãos que brincam, nuns dedos entrelaçados, numas pernas que dão colo, estão em alguém que nos faz feliz, alguém que nos faz amar e que nos faz sentir amados. e esses braços que protegem, esse sorriso que faz sorrir, esses olhos apaixonantes, esse beijo cheio de sentimento, essas mãos que brincam, esses dedos entrelaçados nos meus, essas pernas que dão colo pertencem a quem me faz feliz. pertencem àquele por quem eu me fui apaixonar, àquele que me fez sentir de um modo que nunca ninguém tinha feito. pertencem-te a ti.sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
és a única que não vê.
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
it's hard to fight these feelings.
aos que viram perguntam porquê, eu passo agora a explicar. não foi o simples facto de o ver chorar, é muito mais que isso. logo em mais uma das nossas trocas de olhares, eu reparei que o olhar dele estava triste, que o sorriso que ele fazia não estava a ser verdadeiro, reparei nos olhos vermelhos dele. baixei a cabeça, não queria ter de o 'enfrentar' quando ele estava naquele estado. sabia que não ia ser capaz. continuei, cabeça erguida e participava animadamente na conversa, de modo que ninguém percebia o que me preocupava. pouco depois, tive a confirmação que os olhos dele estavam realmente vermelhos e tinham uma expressão triste que, de certo modo, eu era incapaz de olhar. a Rute abraçou-me, apenas por abraçar, porque até ali eu ainda não tinha deixado ninguém saber o que me ia no pensamento, o que me angustiava, quais eram as minhas preocupações, os meus medos. reparei também que ele viu esse abraço. mas, pouco depois, baixou a cabeça. e isso eu vi. como qualquer outro aluno segui a professora e cruzei-me com ele, as lágrimas escorriam-lhe pela face e os olhos verdes estavam cada vez mais inchados e vermelhos, à volta. eu não aguentava estar ali. corri, não podia ir para muito longe, mas tinha de ir para um sítio onde não tivesse de te vir, porque eu sabia que não iria aguentar. até que, quando já eu estava mais calma, chegam ao pé de mim, aos gritos, e dizem-me « Bia! Bia! Ele tá a chorar e parece ser grave! Olha que eu não gosto dele e tive para ir falar com ele! ». estava quase a explodir, com as lágrimas a quererem aparecer no canto do olho, gritei eu também « Eu sei! Eu sei! Eu sei! Eu vi e foi por isso que eu vim para aqui! ». mas aí já não deu para resistir mais. porque a razão não é simplesmente ele estar a chorar. é um sentimento de impotência, de incapacidade. é horrível. ver a pessoa que amamos a chorar e não poder fazer nada, nem sequer saber o porquê daquelas lágrimas. isso custa, custa muito. prometer « vou estar sempre lá quando precisares » e não conseguir cumprir, isso custa. mas ninguém compreende. não digo que o resto do mundo não ame de verdade, eu sei que ama, mas todos temos maneiras diferentes de amar. e amar da maneira que eu amo, e depois ver o rapaz que mais amei até agora chorar e não saber o porquê, não poder estar lá para dar um abraço reconfortante e não poder fazer nada para que aquelas lágrimas não caiam é um dos piores sentimentos de sempre. e acreditem, sentir o que eu senti naquela altura, eu não desejo nem ao meu pior inimigo.










