sábado, 3 de agosto de 2013

a thousand questions.

E do nada, milhões de perguntas apoderam-se do meu pensamento. Porque é que as coisas tiveram que ser assim? Porque é que és tu o rapaz que conquistou o meu coração? Porque é que não podemos voltar ao dia 13 de novembro e vivê-lo eternamente? Porque é que a vida nos dá e logo de seguida nos tira a felicidade? É que dizem que somos nós que escolhemos quem faz parte da nossa felicidade. Eu não te escolhi, mas apartir do momento em que me apaixonei por ti, tu tornaste-te aquela coisinha essencial para que eu fosse feliz. Foram tantos bons momentos. São tantas as memórias que ainda guardo. São tantas as perguntas que ainda assombram o meu pensamento. Ainda tens a minha foto? Ainda pensas em mim? Ainda te lembras do que vivemos juntos? Ainda te lembras das nossas conversas? Ainda te lembras do quanto eu amava, e ainda amo, os teus abraços? Acredita, não estou a brincar quando digo que são os melhores do mundo. Porque são mesmo. És dono de um abraço que faz qualquer um sorrir. Que faz qualquer um sentir-se protegido. E ainda assim, tanto tempo depois, eu ainda te quero aqui. Do meu lado. Para me beijares a testa, o pescoço e os lábios. Para me dares um abraço apertado depois de um beijo e para me surpreenderes com um abraço pela cintura quando estou a andar. Para que possamos conversar como antes. Para que me ofereças o teu casaco num dia frio e chuvoso. Para que me faças sentir especial. Preciso de ti aqui. Do meu lado. Comigo.

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