sexta-feira, 9 de novembro de 2012

não falas para mim, eu não falo para ti.

De certeza que já disseste certo? É... Faz parte. Orgulho faz parte. Quantas vezes não deste o braço a torcer? Quantas vezes não foste tu a falar? E o que é que tiveste como resposta? Nada! Tu pões o orgulho de lado, foste tu falar e nem te respondem não é? Agora chega! Querem falar? Procurem! Querem saber se estás bem? Perguntem! Não achas que já chega de seres tu a por o orgulho de parte? Já chega de seres tu a ir falar. Sim, eu sei que às vezes custa e dá aquela preocupação, aquela vontade de saber se a pessoa está bem. Mas, tenta ser forte, vai até ao fim mesmo, até não aguentares mais estar sem saber se ele está bem ou mal. É óbvio que quando tiveres a dúvida a matar-te por dentro tens de dar o braço a torcer e perguntar se ele está bem. Mas pensa nisso. Não podes ser sempre tu a falar. Não podes ser sempre tu a por o orgulho de lado. Não podes. "Ah e tal, mas se não houver alguém a falar nunca vais saber o que podia ter acontecido.", óbvio e sim!, tens de arriscar sempre uma, duas, três vezes. Mas se começar a ser uma coisa que se repita, e repita e se volte a repetir não é bom tares sempre a seres tu a por o orgulho de parte. Não é bom para ti. Ele vai começar a achas que te tem na mão. Vai começar a achar que não precisa de ir falar contigo, porque se tu quiseres falar, tu metes conversa. E TU tens de lhe ensinar que não é como ele pensa. Que ele também vai ter de meter conversa se quiser falar. Que tu não és nenhum brinquedo que ele tem na mão. Sim, às vezes é bom dar o braço a torcer, mas se fores sempre tu, também já é exagero.

2 comentários:

  1. É, o orgulho é o que estraga sempre tudo por mais que não queiramos...

    ResponderEliminar
  2. O orgulho estraga sempre tudo, principalmente quando são os dois orgulhosos.

    ResponderEliminar